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Artigo Original

Sound pressure levels in classrooms of a University and its effects on students and professors

Níveis de pressão sonora em salas de aula de uma Universidade e seus efeitos em alunos e professores

Fernanda Abalen Martins Dias; Bárbara Alves dos Santos; Hully Cecília Mariano.

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Abstract

Purpose: Measure the sound pressure levels in classrooms of a university as well to verify the self-perception of noise in the educational environment and its influence on the activities carried out by students and professors. Methods: The study was carried out with students and professors who answered a questionnaire regarding self-perception of noise in the classroom, as well as the presence of auditory and non-auditory complaints. Measurement of sound pressure levels was performed in ten classrooms of Pontifical Catholic University of Minas Gerais. The points for measuring the sound pressure level inside the classrooms were selected according to the literature and legislation: three distinct points, totaling nine measurements in each room. Results: Participated in this study students and professors from the Institute of Biological and Health Sciences. The classrooms of the morning shift had the highest noise measurement. Classrooms at lunch time had the lowest average noise. The first floor has the highest average noise, being classified as the noisiest floor. Noise is perceived by both students and professors as an interfering factor in the activities performed inside the classrooms, however, professors have a greater perception of noise interference in their activities than students. Conclusion: Noise is present in all classrooms with values higher than those recommended by national legislation. This noise is perceived by students and professors and negatively interferes in the teaching-learning activities

Keywords

Noise, Noise, Effects, Universities, Speech Language and Hearing Sciences, Audiology, Faculty, Student.

Resumo

Objetivo: Mensurar os níveis de pressão sonora em salas de aula de uma Universidade, bem como verificar a autopercepção do ruído e sua influência nas atividades desempenhadas por alunos e professores universitários. Método: Trata-se de um estudo realizado em dez salas de aula do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Participaram do estudo 279 alunos e 20 professores. Alunos e professores responderam a um questionário destinado ao levantamento de informações sobre a autopercepção do ruído nas salas de aula, seus impactos nas atividades acadêmicas e presença de sintomas associados à exposição ao ruído. Foi realizada também medição dos níveis de pressão sonora nas salas de aula, em pontos selecionados de acordo com o recomendado pela literatura e conforme consta na legislação. Resultados: As salas de aula do turno da manhã apresentaram o maior nível de ruído. O primeiro andar apresenta maior nível de ruído mensurado, sendo classificado como o andar mais ruidoso. O ruído é percebido tanto por alunos quanto pelos professores como fator interferente nas atividades desempenhadas dentro das salas de aula, entretanto professores apresentam maior percepção da interferência do ruído em suas atividades que os alunos. Não foi observada ocorrência significativa de sintomas associados à exposição ao ruído. Conclusão: O ruído está presente em todas as salas de aula com valores superiores ao preconizado pela legislação nacional. Este ruído é percebido por alunos e professores e interfere negativamente nas atividades de ensino-aprendizagem.

Palavras-chave

Ruído, Efeitos do Ruído, Universidades, Fonoaudiologia, Audiologia, Docentes, Estudantes.

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Submetido em:
04/05/2018

Aceito em:
12/12/2018

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